Vamos Criticar - Parte 1 - Cansei de Ser Sexy
Prosseguindo com meus “ensaios literários de pré-concepção”, me inspirei muito esse fim de semana ao resgatar umas músicas que o Saraiva tinha me mandado e que ainda não tive tempo de escutar. Com isso, abandonei – talvez temporariamente – o Confessions on a Dancefloor e renovei os MP3 do meu player.
Com isso, vão algumas dicas também para quem quiser conhecer coisas novas (e algumas nem tanto):
Cansei de Ser Sexy
Eles são paulistanos no sentido mais tétrico da palavra, e se entregaram à tal pós-modernidade caótica para tentar reviver a nostalgia cinza e preta da década de oitenta. No começo, quando a proposta ainda era inédita, foram falados e comentados por todos os veículos que têm essa preocupação comercial em se mostrar os top of the pops da contemporaneidade. Hoje, pelo que sei, eles usam as mesmas roupitchas oitentistas, os mesmos cabelos punk e os mesmos brincos em formato de raios, mas o som nunca saiu de ser uma experimentação alternativa. O que, diga-se de passagem, é ótimo! Eles brincam com letras pretensamente sexys e fazem uma boa mistureba de guitarras e elementos eletrônicos. O som, no final das contas, fica ótimo para ouvir no carro, voltando do trabalho, principalmente se o eixão estiver descongestionado e a gente tiver que se preocupar só em reduzir pra passar nos pardais.
Com isso, vão algumas dicas também para quem quiser conhecer coisas novas (e algumas nem tanto):
Cansei de Ser Sexy
Eles são paulistanos no sentido mais tétrico da palavra, e se entregaram à tal pós-modernidade caótica para tentar reviver a nostalgia cinza e preta da década de oitenta. No começo, quando a proposta ainda era inédita, foram falados e comentados por todos os veículos que têm essa preocupação comercial em se mostrar os top of the pops da contemporaneidade. Hoje, pelo que sei, eles usam as mesmas roupitchas oitentistas, os mesmos cabelos punk e os mesmos brincos em formato de raios, mas o som nunca saiu de ser uma experimentação alternativa. O que, diga-se de passagem, é ótimo! Eles brincam com letras pretensamente sexys e fazem uma boa mistureba de guitarras e elementos eletrônicos. O som, no final das contas, fica ótimo para ouvir no carro, voltando do trabalho, principalmente se o eixão estiver descongestionado e a gente tiver que se preocupar só em reduzir pra passar nos pardais.


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