quinta-feira, agosto 24, 2006

Como gostaria Lúcio Costa


Anjos desceram do céu, deslizando por cabos aéreos, até pararem poucos metros acima do chão. E aí ficam, inertes, aramados, com as roupas esvoaçantes em pedra dura e com olhos de uma expressividade esculpida.

Na cidade também de concreto e jardins, alguma coisa me enquadra em memórias tão estáticas e firmes quanto os anjos ou demônios católicos.

Estou vivendo neste presente contínuo em que sou visitado pelo mais doce e imaterial sentimento.