Como gostaria Lúcio Costa
Anjos desceram do céu, deslizando por cabos aéreos, até pararem poucos metros acima do chão. E aí ficam, inertes, aramados, com as roupas esvoaçantes em pedra dura e com olhos de uma expressividade esculpida.
Na cidade também de concreto e jardins, alguma coisa me enquadra em memórias tão estáticas e firmes quanto os anjos ou demônios católicos.
Estou vivendo neste presente contínuo em que sou visitado pelo mais doce e imaterial sentimento.



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